Miércoles, Mayo 16, 2012

No gingado, no sorriso, no olhar perdido, no flerte, na dança, na bebida… 

Se perdeu por aí?

Ou será que se achou?

Queres saber realmente?

Procure por aí, de forma incessante, vá atrás, corra, brinque, sorria - meu bem - me procure nos teus sorrisos, pois, eu vou te achar nos meus olhos, em minha mente. Perdida dentro de mim, de forma anacrônica.

Saiba que o importante da vida é como alguém te faz sentir, palpitar, dançar em casa, até mesmo sem música, grudada em uma vassoura achando ser o melhor par do mundo inteiro.

Nas passadas da tua dança, enquanto na rua caminho pensando em ti, tu te perde em meio a sonhos bizonhos que mostrar aquilo que tu esconde da vida, daquela que mostra aos que não tem nada a ver com o teu íntimo.

Com o teu olhar sedutor tu vai longe, pois, dentro deste há a tua inocência sem crença, sem nada, apenas te levando a caminhos que tu só possuirá ciência quando sentir que já te encontra demasiadamente envolvida.

E é por essas e por outras que eu te digo, vai em frente, me encontra por aí, nessas avenidas de Porto Alegre, vou estar te esperando por aí, em qualquer canto dessa cidade que de tão grande, às vezes, se mostra pequena diante ao teu sorriso estonteante.

Jueves, Mayo 3, 2012

Tentador como os teus olhos, o teu suspiro em meu ouvido, teu peito batendo forte, meu coração ao compasso do teu. Tua vida trançada na minha, tua voz me guia, de longe bonita. Tu é assim linda, e faz meu peito transbordar alegrias. Nessa vida em que não sabemos o rumo, mas sabemos a prosa, te coloco em um plano extra… extra vida - extra cotidiano - extra momento - extra. Porém dentro de mim, em um alto plano, que tu fez questão de escalar, com detalhes de um sorriso, com olhares perdidos, com teu cheiro doce, com o teu beijo macio. Contigo eu quero estar. E depois dessa dose de sentimento registro aqui o meu desejo, da tua boca, do teu beijo. Agora te desejo bons sonhos, enquanto eu penso em ti e, adormecendo aos poucos vou esperar mais um novo dia nascer, para viver uma nova corrida de mais um dia nessa vida boa, para em algum momento te escutar ao telefone e aguardar a tua chegada para um abraço reconfortante.

Lunes, Abril 16, 2012

Olhe em volta. Saia do lugar. Corra por aí. Me encontre ali na esquina, naquela rua que tu não conhece, mas que tu sabe que te perdendo vai me encontrar.

Te espero com os braços prontos para um abraço, uma bebida quente para esquentar o corpo, e um beijo para alegrar a alma.

Sabe aquele sorriso que eu sempre te dou quando te vejo?

Pois é, apesar dos pesares, das promessas e dos olhares em fuga, ele continua aqui, estampado em meu semblante que por ti segue feliz.

E se eu te oferecer a mão… Tu vai pegar?

Essa dúvida habita em mim todos os dias, enquanto aguardo sentada com o meu cigarro a tua resposta que só chega aos meus ouvidos de forma inconsciente, enquanto tu me diz para eu cuidar do que eu sinto, com a intensidade, com a verdade.

E eu vou cuidar, de mim, de ti… de nós.

Domingo, Abril 1, 2012

Seja a vida, a boca, o perdão, as coisas que seguem dentro do coração, do jeito inconsciente que aqui jaz como água que escapa aos dedos, escorregadia, distinta, que habita na canção que toca no rádio e que me fez lembrar de um determinado momento que pude vivenciar.

Seja apenas a gota que cai da chuva enquanto corro para me desvencilhar de ti, me prendendo em conceitos, dúvidas e sorrisos.

Seja o caminho sem volta, quero apenas a ida vivida, sentir sem pestanejar a boca, o abraço, o afago, meu peito arder, ir sem saber a onde, sem rumo, sem tino, apenas sentindo.

Seja, não querendo ser nem estar, mas mesmo assim penetrando fundo sem imaginar, sem querer, como brincadeira perpetuar o desejo que habita em teu beijo, me mostrando coisas que nem sabes o que é, que nem deseja encontrar em ti.

Sem rumo vai correndo, sem destino querendo viver, e viver, e viver… vivendo, passando, mostrando, deixando ser sem saber o que é, o que gosta. Na contradição da discussão risadas e verdades subjulgadas.

Sendo assim, apenas seja.

Lunes, Marzo 12, 2012

Qual o teu nome?

Para que você quer saber o meu nome?

Por uma questão de educação, é claro. Não curto esse lance de dormir com alguém, escutar uma música legal e não saber o nome da pessoa com que eu estou lidando. Talvez o fato de ser educado não influencie tanto na curiosidade que habita por trás do teu rosto, na verdade, eu te vejo como Ana, mesmo sabendo que pode ser Maria, como também acho que o teu signo é Áries, só pelo jeito que a tua pele incendeia o meu corpo quando tu me toca devagar. Sabe… esses rolos casuais que a gente tem de vez em quando, podemos ter um bom conhecimento sobre lado sexual de cada signo. Acredito que seja por esse motivo o meu chute estrondoso.

Não. Meu nome não é Ana e nem Maria e sim o meu signo é Áries. E não gosto dessas sacadas loucas que as pessoas têm no meio de uma madrugada fora do mapa. Eu nem sei o que eu estou fazendo aqui contigo, não faço nem idéia de qual é o teu nome e muito menos o teu signo. Sei lá, eu não me ligo nessas coisas, meus joguetes casuais não são mais do que uma simples noite com doses a mais de vodka. Mas eu gostei do teu cabelo e da tua barba por fazer, gosto desse estilo largado/romântico/boêmio/momentâneo que tu parece ter, apetece aos meus olhos te ver.

Obrigada pela série de elogios. Eu também gostei de ti, gostei do teu cheiro e da pele quente, do teu beijo e dos teus lábios macios. Quer saber? Eu quero casar contigo, aqui, agora, sem pestanejar!

Mas tu nem sabe o meu nome…

E eu preciso saber? Já é quase 6:00 da manhã e eu preciso ir embora. Eu quero te guardar em meus sonhos e quem sabe, um dia, te encontro aí pelas ruas dessa capital, no meio da noite, sozinha, pronta para me encontrar e me dizer o teu nome. Prefiro deixar para a próxima.

Ok. Não sei se tu sabe o horário do teu ônibus, mas eu acho que já tá na hora…

Não te preocupa, garota. Eu já entendi o teu recado, vejo o medo nos teus olhos, por isso não quero permanecer, acho que esse teu lance de uma noite é uma fuga para os teus sentidos mais ardentes. Eu sei que não fui o único carinha aqui da tua cama, sinto isso no teu corpo. Mas sei que eu vou ficar nos teus sonhos até o nosso próximo encontro.

Martes, Febrero 14, 2012
Não se sabe a frase, a canção, e todas as melodias que podem surgir em um olhar – no teu olhar – mas sei o quanto bate quando o sol penetra os meus olhos e me faz lembrar o quão complexo é você.
Será como a brisa, amena e gostosa, ou será como o vento, estonteante, ao varrer o suspiro do peito?
Uma nova obra? Uma nova sobra? Ou simplesmente o encanto dos olhos – dos lindos olhos – que quando entram em uma troca transformam os meus olhares mais felizes e risonhos?
E eu sei? Não. Mas sinceramente prefiro não saber. Pode muito bem ser uma relutância, uma abundância, uma… é.
Só sei que ali eu me peguei pensando e de lá não quero sair, quero apenas passar, passar e passar, sendo assim, suave, e de uma forma tranquila deixar o coração ser tocado.
O momento sempre me vale, e é um tanto quanto delicioso. Aprendi a deixar ele aparecer e desaparecer, assim, desta forma antagônica. Me apetece saber o quão forte é, o quão lindo pode… ou não.
Tantos “ou”, mas mesmo não querendo, a vida é feita de “se”, pois, sempre temos diversas vertentes a seguir, tais que provém de nossas próprias criações. Invenções da mente, do coração, apenas sendo e acontecendo.
Quero ser e acontecer em ti, no teu doce olhar, na tua voz baixa nos meus ouvidos, alterando os meus sentidos, me fazendo ser tua no momento em que somos nós.

Não se sabe a frase, a canção, e todas as melodias que podem surgir em um olhar – no teu olhar – mas sei o quanto bate quando o sol penetra os meus olhos e me faz lembrar o quão complexo é você.

Será como a brisa, amena e gostosa, ou será como o vento, estonteante, ao varrer o suspiro do peito?

Uma nova obra? Uma nova sobra? Ou simplesmente o encanto dos olhos – dos lindos olhos – que quando entram em uma troca transformam os meus olhares mais felizes e risonhos?

E eu sei? Não. Mas sinceramente prefiro não saber. Pode muito bem ser uma relutância, uma abundância, uma… é.

Só sei que ali eu me peguei pensando e de lá não quero sair, quero apenas passar, passar e passar, sendo assim, suave, e de uma forma tranquila deixar o coração ser tocado.

O momento sempre me vale, e é um tanto quanto delicioso. Aprendi a deixar ele aparecer e desaparecer, assim, desta forma antagônica. Me apetece saber o quão forte é, o quão lindo pode… ou não.

Tantos “ou”, mas mesmo não querendo, a vida é feita de “se”, pois, sempre temos diversas vertentes a seguir, tais que provém de nossas próprias criações. Invenções da mente, do coração, apenas sendo e acontecendo.

Quero ser e acontecer em ti, no teu doce olhar, na tua voz baixa nos meus ouvidos, alterando os meus sentidos, me fazendo ser tua no momento em que somos nós.

Viernes, Enero 20, 2012

Naquela tarde ela me convidou para ver as nuvens, naquela grama verde e viva que ela gosta tanto.

Sei que esse convite não é apenas um flerte para uma boa companhia, sei que ela queria tocar a minha mão e com jeito os meus lábios, mas eu não tive coragem… nãopodia encontrar o meu “eu” em um outro “eu”. Não sei mais lidar com isso.

Mas aquele sorriso, o dia quente, ela…

Sei que ela deixava o dia mais quente, com cores vivas, uma alegria aos meus olhos míopes.

Eu quis aquele dia, mas não consegui me desprender de mim.

Jueves, Enero 12, 2012
Passei o dia achando estar febril, mas não com o corpo e sim com o coração.
Sensações estranhas, inovadoras para uma pessoa como eu. Vai ver eu aprendi a desprender. Acredito não ter mais aquela vontade que eu sentia de ver tudo, o mundo, o teu mundo. Isso é bom.
Amadurecer nos pequenos detalhes, imperceptíveis pra ti, mas não pra mim.
É, perceber certos detalhes me mostra que apesar de não ver detalhes com os meus olhos tolos, os sinto com o meu coração.
Já consigo escutar aquela baladinha dos Beatles sem sentir o apertinho no peito, hoje eu a escuto e abro um sorriso no rosto lembrando o momento bom, único, que restou na memória.
Não me importo com coisas bobas, me importo com o que há por trás dessas atitudes, como também garanto que tu nem faz ideia do que seja, acho que ficou perdido entre as (entre) linhas do teu sorriso bobo.
Ficou concretizado assim, as promessas ditas, os dias que se passaram, as preocupações, os sorrisos, a breve discussões, e aqueles meses… Ficaram atrás, não só no calendário… Se é que me entende.
Já não te mandarei as cartas que se perderam em meio ao meu caderno de anotações, nem os rabiscos cheio de mágoas, nem nada… Foi um momento súbito de dor, que hoje se tornou desnecessário.
Foi só o vento lá fora.

Passei o dia achando estar febril, mas não com o corpo e sim com o coração.

Sensações estranhas, inovadoras para uma pessoa como eu. Vai ver eu aprendi a desprender. Acredito não ter mais aquela vontade que eu sentia de ver tudo, o mundo, o teu mundo. Isso é bom.

Amadurecer nos pequenos detalhes, imperceptíveis pra ti, mas não pra mim.

É, perceber certos detalhes me mostra que apesar de não ver detalhes com os meus olhos tolos, os sinto com o meu coração.

Já consigo escutar aquela baladinha dos Beatles sem sentir o apertinho no peito, hoje eu a escuto e abro um sorriso no rosto lembrando o momento bom, único, que restou na memória.

Não me importo com coisas bobas, me importo com o que há por trás dessas atitudes, como também garanto que tu nem faz ideia do que seja, acho que ficou perdido entre as (entre) linhas do teu sorriso bobo.

Ficou concretizado assim, as promessas ditas, os dias que se passaram, as preocupações, os sorrisos, a breve discussões, e aqueles meses… Ficaram atrás, não só no calendário… Se é que me entende.

Já não te mandarei as cartas que se perderam em meio ao meu caderno de anotações, nem os rabiscos cheio de mágoas, nem nada… Foi um momento súbito de dor, que hoje se tornou desnecessário.

Foi só o vento lá fora.

Viernes, Diciembre 16, 2011
Essa semana eu passei acordando com o clarão da rua penetrando o vidro da janela do meu quarto, me retorcendo na cama ensaiando o primeiro bocejo preguiçoso do dia – o primeiro de muitos que estariam por vir – sigo levantando e me arrastando até o chuveiro.
Com a água escorrendo sobre o rosto consigo refletir os últimos instantes de pensamentos soltos que ocorreram à mente até o súbito piscar de olhos noturnos, que se atreveu a fechar as pálpebras até o despertador me acordar para mais um astuto dia.
Procuro sempre escutar uma música enquanto recolho a primeira roupa que eu vejo na frente… A música de hoje foi,  Somewhere Only Know – Keane… essa música me remete há tantos momentos e acho que já é mania escutar esta em dias assim.
Dias enevoados e com um ar diferente, o ar primaveril, que invade os corações, arranha as entranhas e rasga como lâmina. Por trás das flores existem histórias, vivências, sonhos, amores e paixões enlouquecedoras. Nossa, pela primeira vez na vida eu desejo que esse ar vá embora, que o verão passe, eu quero o Outono com as suas folhas espalhadas no chão, deixando o que restou nas calçadas enquanto as pessoas passam e ignoram as folhas que um dia foram coloridas e vivas.
Quero o ar frio penetrando os pulmões, a beleza oculta, o charme por trás de um rosto escondido por uma lã grossa e quente. Quero o calor de um bom casaco para esquentar os meus sentidos, sem me preocupar em agradar e querer o mesmo em troca. Apenas uma troca justa de um corpo quente por uma roupa para manter o calor.
Sei lá o que me bate de repente, há quem diga que estou ficando doida com algumas coisas, como há quem diga que eu sempre fui. Mas aí eu penso… Loucura é se deixar levar pelo sentimento? Se realmente for isso, sim, eu estou bem maluca. Porém fecho cada dia mais as portas da minha insanidade, procurando o aconchego da minha cama enquanto me viro em seis para encontrar uma posição agradável, ou apenas deixar o sono vencer a mente que não pára – o que acontece na maioria das vezes.
O que é estranho – confesso que um tanto quanto contraditório – é estar em paz, de certa forma, com o meu intimo. No fundo, bem escondido, eu já previa muitas coisas. Eu deveria crer mais no meu tal “sexto sentido”, mas eu prefiro ser piegas e deixar a alegoria do coração expor as suas mais belas poesias.
Errado? Sofrido?
Talvez.
Eu diria… Bonito.
Afinal… Mentiras sinceras me interessam.

Essa semana eu passei acordando com o clarão da rua penetrando o vidro da janela do meu quarto, me retorcendo na cama ensaiando o primeiro bocejo preguiçoso do dia – o primeiro de muitos que estariam por vir – sigo levantando e me arrastando até o chuveiro.

Com a água escorrendo sobre o rosto consigo refletir os últimos instantes de pensamentos soltos que ocorreram à mente até o súbito piscar de olhos noturnos, que se atreveu a fechar as pálpebras até o despertador me acordar para mais um astuto dia.

Procuro sempre escutar uma música enquanto recolho a primeira roupa que eu vejo na frente… A música de hoje foi,  Somewhere Only Know – Keane… essa música me remete há tantos momentos e acho que já é mania escutar esta em dias assim.

Dias enevoados e com um ar diferente, o ar primaveril, que invade os corações, arranha as entranhas e rasga como lâmina. Por trás das flores existem histórias, vivências, sonhos, amores e paixões enlouquecedoras. Nossa, pela primeira vez na vida eu desejo que esse ar vá embora, que o verão passe, eu quero o Outono com as suas folhas espalhadas no chão, deixando o que restou nas calçadas enquanto as pessoas passam e ignoram as folhas que um dia foram coloridas e vivas.

Quero o ar frio penetrando os pulmões, a beleza oculta, o charme por trás de um rosto escondido por uma lã grossa e quente. Quero o calor de um bom casaco para esquentar os meus sentidos, sem me preocupar em agradar e querer o mesmo em troca. Apenas uma troca justa de um corpo quente por uma roupa para manter o calor.

Sei lá o que me bate de repente, há quem diga que estou ficando doida com algumas coisas, como há quem diga que eu sempre fui. Mas aí eu penso… Loucura é se deixar levar pelo sentimento? Se realmente for isso, sim, eu estou bem maluca. Porém fecho cada dia mais as portas da minha insanidade, procurando o aconchego da minha cama enquanto me viro em seis para encontrar uma posição agradável, ou apenas deixar o sono vencer a mente que não pára – o que acontece na maioria das vezes.

O que é estranho – confesso que um tanto quanto contraditório – é estar em paz, de certa forma, com o meu intimo. No fundo, bem escondido, eu já previa muitas coisas. Eu deveria crer mais no meu tal “sexto sentido”, mas eu prefiro ser piegas e deixar a alegoria do coração expor as suas mais belas poesias.

Errado? Sofrido?

Talvez.

Eu diria… Bonito.

Afinal… Mentiras sinceras me interessam.

(Fuente: poetas-suicidas)